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Cesta básica da capital sobe 0,58% em junho e tem alta de 13,51% no primeiro semestre

Cesta básica da capital sobe 0,58% em junho e tem alta de 13,51% no primeiro semestre

A Cesta básica de Salvador, calculada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com base em 2.639 cotações de preços realizadas em 98 estabelecimentos comerciais (supermercados, açougues, padarias e feiras livres) de Salvador, passou a custar R$ 617,51 no mês de junho de 2024. Deste modo, quando comparado com o custo estimado no mês imediatamente anterior, houve uma elevação de 0,58% – aumento de R$ 3,61centavos. Deste modo, nos seis primeiros meses do ano (janeiro a junho do ano de 2024), a Cesta Básica de Salvador acumula elevação de 13,51%. No mesmo período do ano anterior, a variação acumulada foi de 0,68%.

Dos 25 produtos da Cesta Básica de Salvador, nove produtos apresentaram alta nos preços: batata inglesa (36,48%), leite (12,00%), café moído (6,24%), arroz (5,31%), queijo muçarela (4,46%), pão francês (4,26%), maçã (2,54%), queijo prato (0,26%) e a carne de primeira (0,06%). Por sua vez, 16 registraram redução: óleo de soja (-11,76%), cenoura (-11,40%), tomate (-9,65%), cebola (-7,83%), açúcar cristal (-6,26%), macarrão (-5,08%), banana-prata (-3,72%), carne de segunda (-2,41%), feijão (-2,23%), carne de sertão (-1,48%), flocão de milho (-1,04%), farinha de mandioca (-0,88%), frango (-0,64%), ovos de galinha (-0,64%), manteiga (-0,55%) e a linguiça calabresa (-0,13%).

De acordo com o analista da Cesta Básica da SEI, Denilson Lima, “no caso da batata inglesa, problemas climáticos afetaram os principais polos produtores e contribuíram para a alta no preço”.

Entre os 25 produtos que compõem a Cesta Básica de Salvador, o subconjunto dos ingredientes relativos ao almoço soteropolitano – composto por feijão, arroz, carnes, farinha de mandioca, tomate e cebola – apresentou uma redução de -3,04% e foi responsável por 35,43% do valor da cesta. Por sua vez, o subgrupo de gêneros alimentícios próprios da refeição matinal soteropolitana – formado por café, leite, açúcar, pão, manteiga (e/ou queijos) – aumentou 4,36% e foi responsável por 32,24% do valor da cesta no mês de junho de 2024.

O tempo de trabalho despendido por um trabalhador soteropolitano para obter uma cesta básica foi de 104 horas, o que equivale ao comprometimento de 47,28% do valor líquido de um salário mínimo de R$ 1.306,10, depois de descontado o valor de 7,50% da contribuição para a Previdenciária Social.

 

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