A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de lotes de polpa de frutas, champignon em conserva e molho de alho de três marcas diferentes, após resultados insatisfatórios em análises laboratoriais realizadas por órgãos públicos de saúde. Também foi proibida a comercialização de um azeite extravirgem de origem desconhecida e fora dos padrões legais.
A polpa de morango da marca De Marchi, lote 09437-181, foi reprovada em teste de pesquisa de matérias estranhas, segundo laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC). Já o champignon inteiro em conserva da marca Imperador, lote 241023CHI, apresentou níveis de dióxido de enxofre acima do permitido, conforme análise feita pelo Lacen-DF.
O mesmo problema foi identificado no molho de alho da marca Qualitá, lote 29, produzido pela Sakura Nakaya Alimentos. O produto também apresentou excesso de dióxido de enxofre, substância usada como conservante, mas que deve respeitar limites rígidos para garantir a segurança do consumidor.
Além dos alimentos, a Anvisa determinou a apreensão e proibição total de comercialização do azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos. O produto, de origem desconhecida, foi considerado irregular nos ensaios de rotulagem e composição físico-química. A empresa responsável, Intralogística Distribuidora Concept, teve o CNPJ suspenso por inconsistências cadastrais junto à Receita Federal.
A agência reforça que os consumidores devem ficar atentos aos rótulos e, se identificarem os lotes citados, devem evitar o consumo e notificar os canais oficiais.
A reportagem está em contato com as marcas envolvidas e atualizará esta matéria assim que houver posicionamentos oficiais.
Informações da Agência Brasil