A Justiça do Distrito Federal determinou que a Meta retirasse do ar um vídeo em que o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, associava militantes do PT a usuários de drogas. A publicação, produzida com uso de inteligência artificial, retratava apoiadores e filiados como “viciados em PT” e “usuários do PT”.
O PT acionou a Justiça alegando que o conteúdo extrapolava os limites da liberdade de expressão, configurando desinformação e difamação contra a legenda.
Ao analisar o caso, o juiz Carlos Eduardo Batista dos Santos, da 2ª Vara Cível de Brasília, concluiu que houve abuso da liberdade de expressão. Em sua decisão, criticou o caráter ofensivo da peça, classificando-a como “grotesca” e sem qualquer propósito construtivo de cidadania.
O processo segue em tramitação para julgamento definitivo.
Informações da Agência Brasil