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Casa do Carnaval promove experiências emocionantes para amantes da folia

Casa do Carnaval promove experiências emocionantes para amantes da folia

É como entrar numa máquina do tempo e ser direcionado para conhecer diversos momentos marcantes da maior festa popular de rua do mundo. É desta forma que os visitantes descrevem a oportunidade de conhecer a Casa do Carnaval, situada na Praça Ramos de Queirós, s/n, próximo ao Terreiro de Jesus. Nesse período sem folia em Salvador, devido à pandemia de Covid-19, o museu instalado pela Prefeitura é uma forma de moradores e visitantes matarem a saudade da folia de Momo na cidade, seguindo todos os protocolos necessários para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

Gerido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), o museu tem vários ambientes e é responsável por preservar e disseminar a história da festividade que está ligada à cultura da capital baiana. Entre os atrativos disponíveis no espaço, o destaque vai para as salas do Cinema Interativo, localizadas no primeiro andar. No caminho, é possível apreciar obras de arte dos "Mascarados de Maragojipe", obra artística de Memeu Barbudo.

Já dentro da sala, a voz da cantora Daniela Mercury narra a história dos blocos Ilê Aiyê e Olodum, ao som da música "O Mais Belos dos Belos", entoada pela artista. Durante a experiência, os visitantes podem interagir com as imagens do telão, dançando as coreografias.

Na lista de vídeos interativos, é possível conhecer ainda a trajetória de artistas e bandas, como Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Claudia Leitte, Harmonia do Samba, Psirico e Parangolé, além de blocos de trio, como Eva, Cheiro de Amor e o carnaval da Praça Castro Alves. No final da atividade, o público é impactado pela abertura de um painel colorido de tecido com lantejoulas e o nome "Bahia", estampado no centro da parede, no fundo da sala.

Outros ambientes - Na saída das salas, peças emblemáticas e figurinos usados por artistas em edições anteriores do carnaval, decoram a parede. Entre os objetos emoldurados, está o primeiro disco do Olodum, adereço da fantasia do bloco As Muquiranas e figurinos, usados pelos cantores Durval Lélys, Alinne Rosa e Daniela Mercury.

A visita se torna ainda mais encantadora com vista do Terraço do Samba, localizado na cobertura do espaço. Nessa área, os visitantes podem desfrutar de uma bela vista para a Baía de Todos-os-Santos e boa parte da Cidade Baixa, desde o Comércio até a Ponta de Humaitá.

O espaço conta com mesas e cadeiras, separadas por distanciamento, para que os visitantes possam contemplar a vista. A estrutura conta também com um elevador para que idosos e pessoas com deficiência ou dificuldades de locomoção possam viver a experiência.

Protocolo - O equipamento cultural está funcionando de terça a domingo, das 10h às 16h. Os ingressos custam R$30 (inteira) e R$15 (meia). Para mergulhar na história da festa é preciso seguir os protocolos sanitários durante a visitação. O distanciamento é de 1,5 m na fila e deve ser seguido durante toda a visita. Além disso, só podem acessar a bilheteria quatro pessoas da mesma família ou uma pessoa por vez. A aferição de temperatura é realizada antes do acesso à bilheteria.

A lotação máxima permitida é de 30 pessoas e a permanência máxima de 1h no museu. Além disso, é obrigatório o uso da máscara e é proibido o consumo de alimentos e bebidas durante toda a permanência no local. Também estão suspensas temporariamente as visitas guiadas e o agendamento de visitas para grupos.

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Autora do livro "O Que é Meu é Seu - Como o Consumo Colaborativo Vai Mudar o Nosso Mundo", Rachel Botsman diz que estamos conectados para compartilhar. Em 15 minutos, ela tenta te convencer que o consumo colaborativo é o caminho.