O governo norte-americano, liderado pelo presidente Donald Trump, ordenou na terça-feira um bloqueio total às embarcações petroleiras sancionadas que entram e saem da Venezuela, numa tentativa de pressionar o governo do presidente Nicolás Maduro, cuja principal fonte de receita depende justamente das exportações de petróleo.
Autoridades russas disseram esperar que a parte que começou a escalada de confrontos evite um agravamento maior da situação, para que o conflito não se transforme em algo que fuja ao controle e gere consequências imprevistas em toda a região das Américas.
O anúncio de bloqueio por parte dos Estados Unidos também levou o governo venezuelano a rejeitar o movimento de Washington, classificando-o como uma ameaça grave. A ação dos EUA incluiu o deslocamento de milhares de soldados e vários navios de guerra para as proximidades da Venezuela, o que intensificou o clima de tensão.
A situação vem também provocando repercussões nos mercados internacionais, com os preços do petróleo reagindo às notícias sobre o bloqueio e a instabilidade política na Venezuela.
Especialistas e diplomatas seguem alertando para o risco de que o conflito se amplie, e a comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos nos próximos dias.



