Tenistas do circuito profissional demonstraram insatisfação com os valores distribuídos em Roland Garros e passaram a discutir a possibilidade de um boicote ao tradicional Grand Slam francês. A declaração ganhou força após comentários da número 1 do mundo, Aryna Sabalenka, durante o Aberto da Itália.
A principal reclamação dos atletas é a porcentagem da receita do torneio destinada às premiações. Apesar do aumento de 9,5% nos valores pagos em 2026, jogadores afirmam que a divisão ainda é inferior à praticada em outros grandes eventos esportivos e em torneios organizados pela ATP e WTA.
Sabalenka afirmou que um possível boicote pode se tornar a única alternativa para pressionar os organizadores por mudanças. A tenista também destacou que os atletas são responsáveis pelo espetáculo e, por isso, defendem uma participação maior nas receitas geradas pelos torneios.
As negociações entre jogadores e organizadores seguem em andamento. Mesmo com o clima de tensão, atletas demonstraram esperança de que um acordo seja alcançado antes do início de Roland Garros, previsto para começar no fim de maio.



