Pesquisadores estão utilizando a tecnologia de DNA ambiental para mapear a fauna marinha da Bahia e ampliar o monitoramento da biodiversidade no litoral do estado. A iniciativa coleta vestígios genéticos deixados por animais na água do mar para identificar espécies presentes em diferentes regiões costeiras, sem a necessidade de captura dos organismos.
O projeto reúne universidades, pesquisadores e instituições ambientais com o objetivo de fortalecer ações de conservação e gerar dados mais precisos sobre a vida marinha baiana. A tecnologia permite detectar desde peixes e tartarugas até espécies raras ou ameaçadas de extinção, além de acompanhar mudanças provocadas pelo aquecimento global e pela atividade humana.
Os responsáveis pela pesquisa afirmam que o uso do DNA ambiental representa um avanço para a ciência e para a preservação dos ecossistemas marinhos, já que o método é menos invasivo, mais rápido e pode auxiliar na formulação de políticas públicas voltadas à proteção da costa brasileira.



