O fechamento de agências no interior da Bahia tem gerado superlotação, filas longas e dificuldade de acesso a serviços básicos. Em diversas cidades, a concentração de atendimento em poucas unidades escancara o impacto direto dessa estratégia, deixando a população sem suporte adequado.
Mesmo com lucros bilionários, o banco segue reduzindo sua estrutura física fora dos grandes centros. A digitalização, apresentada como alternativa, não atende a todos e acaba excluindo principalmente quem depende do atendimento presencial, agravando ainda mais o problema.
Além dos clientes, os bancários também enfrentam as consequências, como demissões, sobrecarga de trabalho, metas abusivas e aumento do adoecimento. O cenário evidencia um modelo que prioriza o lucro e ignora os impactos sociais e trabalhistas.



