O número de exames realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para identificar o câncer de intestino cresceu de forma expressiva nos últimos anos, impulsionado por campanhas de conscientização como o Março Azul.
Dados mostram que os testes de sangue oculto nas fezes — um dos principais métodos de rastreamento — passaram de cerca de 1,1 milhão para mais de 3,3 milhões por ano, praticamente triplicando no período.
Esse avanço indica uma maior adesão da população aos exames preventivos, fundamentais para detectar a doença ainda nas fases iniciais, quando as chances de cura são muito maiores.
Especialistas alertam que o câncer de intestino pode não apresentar sintomas no começo, o que torna o rastreamento ainda mais importante, principalmente para pessoas a partir dos 45 anos ou com histórico familiar.
Além dos exames, manter hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e evitar o consumo excessivo de álcool e tabaco, também contribui para a prevenção da doença.
Fonte: Agência Brasil



