Segundo o Ministério Público Federal (MPF), mais de 17 mil unidades da Amarok fabricadas entre 2011 e 2012 utilizavam um software capaz de burlar testes ambientais, permitindo a aprovação de veículos que emitiam poluentes acima do limite permitido.
Na decisão, a Justiça entendeu que a montadora teve responsabilidade direta pela comercialização dos veículos com o dispositivo irregular, mesmo alegando que o software foi desenvolvido pela matriz alemã.
O MPF ainda recorreu da sentença pedindo que o valor da indenização seja aumentado para R$ 30 milhões, alegando que os impactos ambientais continuam devido à circulação dos veículos no país.



