Um relatório divulgado por uma organização internacional de defesa da liberdade de imprensa aponta que 129 jornalistas e profissionais de mídia foram mortos em 2025 enquanto exerciam a profissão. O número é o maior já registrado pela entidade em mais de três décadas de monitoramento.
Segundo o levantamento, mais de 80 dessas mortes foram atribuídas a ações de Israel, o que representa cerca de dois terços do total contabilizado no ano. Ao todo, 104 assassinatos ocorreram em contextos de conflito armado, evidenciando o risco enfrentado por profissionais que atuam em zonas de guerra.
O relatório também destaca que pelo menos 39 jornalistas morreram em ataques com drones. Fora das principais áreas de conflito, os países com registros de mortes incluem Sudão, com 9 casos, México, com 6, Rússia, com 4, e Filipinas, com 3.
Fonte: Agência Brasil



