O ativista brasileiro Thiago Ávila foi interrogado por autoridades de Israel após ser detido durante a interceptação de uma flotilha que seguia em direção à Faixa de Gaza. Ele é apontado como um dos organizadores da missão.
Segundo o governo israelense, Ávila é suspeito de envolvimento em atividades consideradas ilegais. A abordagem ocorreu em águas internacionais, durante uma operação que interceptou embarcações com ativistas de diferentes países.
A flotilha reunia cerca de 175 participantes e tinha como objetivo levar ajuda humanitária ao território palestino, onde há restrições de acesso a suprimentos. Após a ação, a maioria dos integrantes foi liberada, enquanto o brasileiro e outro ativista permaneceram sob custódia.
O caso gerou repercussão internacional, com questionamentos sobre a legalidade da operação e pedidos de esclarecimento em relação à detenção dos envolvidos.



