O índice usado como principal referência para o reajuste dos contratos de aluguel encerrou 2025 com queda acumulada de 1,05%. Em dezembro, a variação foi levemente negativa, de 0,01%, confirmando um ano marcado por recuo nos preços medidos pelo indicador.
O resultado reflete um cenário de menor pressão inflacionária ao longo do ano, especialmente nos preços ao produtor, que tiveram influência direta no comportamento do índice. A desaceleração dos custos ao longo da cadeia produtiva contribuiu para o desempenho negativo acumulado em 2025.
Com esse resultado, a expectativa é de um ambiente mais favorável para negociações de contratos em 2026. Ainda assim, a queda do índice não significa redução automática dos valores dos aluguéis, já que muitos contratos seguem regras próprias ou utilizam outros indicadores de correção, como os divulgados pela Fundação Getulio Vargas.
Fonte: Agência Brasil



