Antes associada principalmente à população idosa, o infarto agudo do miocárdio tem atingido cada vez mais jovens na Bahia, evidenciando uma mudança preocupante no perfil da doença.
Especialistas apontam que o aumento está ligado a hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentação inadequada, falta de atividade física, obesidade e altos níveis de estresse. Esses fatores, quando combinados, elevam o risco de problemas cardiovasculares ainda na juventude.
Outro ponto de atenção é a dificuldade no reconhecimento dos sintomas. Sinais como dor no peito, falta de ar, tontura e mal-estar muitas vezes são ignorados ou confundidos com ansiedade ou cansaço, o que pode atrasar o atendimento médico e agravar o quadro.
O cenário acende um alerta para a necessidade de mudanças no estilo de vida, com incentivo à prática de exercícios, alimentação equilibrada e acompanhamento regular da saúde, especialmente entre adultos jovens.



