A indústria brasileira de alimentos avalia de forma positiva o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, enxergando nele um importante vetor de crescimento para o setor. Para a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos e Bebidas, o entendimento vai além da redução de tarifas e representa um instrumento estratégico para fortalecer a segurança alimentar, ampliar a previsibilidade comercial e estimular a agregação de valor ao longo das cadeias produtivas.
O acordo é visto como um catalisador de sinergias entre os mercados do Mercosul e da Europa, que juntos reúnem um PIB superior a US$ 22 trilhões e uma população estimada em 720 milhões de pessoas. Essa integração amplia a competitividade das empresas em escala global e cria um ambiente mais favorável à atração de investimentos de longo prazo.
Além disso, a iniciativa pode impulsionar a inovação, a bioeconomia e o desenvolvimento de produtos com maior valor agregado, beneficiando não apenas grandes indústrias, mas toda a cadeia produtiva, incluindo produtores rurais e fornecedores. A expectativa do setor é de crescimento gradual, com impactos positivos tanto no volume de vendas quanto na geração de empregos, reforçando o papel do acordo como um marco para o avanço da indústria de alimentos brasileira no comércio internacional.
Fonte: Agência Brasil



