Países europeus defenderam moderação e respeito à autodeterminação do povo venezuelano em meio ao agravamento da crise política e às recentes tensões internacionais envolvendo o país. Em declaração conjunta, governos do bloco afirmaram que qualquer solução duradoura para a Venezuela precisa ser construída internamente, sem imposições externas, e com base na vontade popular expressa de forma democrática.
O posicionamento foi adotado pela União Europeia, que ressaltou a importância do diálogo, da contenção e do respeito ao direito internacional. Os países do bloco destacaram que ações unilaterais ou intervenções externas tendem a aprofundar instabilidades e comprometer ainda mais a situação política, social e humanitária venezuelana.
A manifestação europeia ocorre após a intensificação da crise na Venezuela e a repercussão internacional das ações conduzidas pelos Estados Unidos, incluindo a detenção do ex-presidente Nicolás Maduro. Para os europeus, a restauração da normalidade institucional no país passa pelo respeito à soberania nacional, pela rejeição ao uso da força e pela construção de um processo político liderado pelos próprios venezuelanos.



