Doze empresas de combustíveis, incluindo duas baianas, acusadas de abuso de preços, se tornaram alvos da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, que instaurou 70 processos.
De acordo com o órgão, foram identificados “indícios suficientes de elevação de preços sem justa causa” em sete estados, o que motivou a abertura das ações.
Além disso, há registros de denúncias semelhantes em outras 15 unidades da Federação.
As empresas investigadas são:
Vibra Energia S.A.;
Ale Combustíveis S/A;
Larco Comercial de Produtos de Petróleo Ltda.;
Petrobahia S/A;
Royal Fic Distribuidora de Derivados de Petróleo S.A.;
Ipiranga Produtos de Petróleo;
Ciapetro Distribuidora de Combustíveis Ltda.;
Distribuidora de Combustíveis Masut Ltda.;
Centro de Serviços Frango Assado – Norte Ltda.;
Farol Comercial Ltda.;
Posto Priscila;
Posto Frango Assado Carvalho Pinto.
Entre as empresas investigadas estão a Vibra Energia, a Ipiranga Produtos de Petróleo e a Ale Combustíveis.
As três distribuidoras, juntas, respondem por aproximadamente 40,7% das vendas de gasolina C e 42,9% das vendas de diesel B no Brasil, segundo dados de 2024 do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Empresas baianas
Da lista, duas são baianas: Larco Comercial de Produtos de Petróleo Ltda. e a Petrobahia S.A.. As duas ficam em Salvador. Outras, como Vibra, Royal FIC e Masut, têm presença empresarial na Bahia.



