A pesquisa identificou a circulação de narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o projeto de lei. O levantamento analisou milhares de publicações feitas entre março e abril em plataformas como X, Facebook, Instagram e Threads.
O PL 896/2023 define misoginia como conduta que expressa ódio, aversão ou discriminação contra mulheres. Caso seja aprovado pela Câmara sem alterações, o texto poderá incluir a “condição de mulher” na Lei do Racismo, com penas de dois a cinco anos de prisão.
Segundo o estudo, as publicações falsas alegavam que o projeto poderia restringir a liberdade de expressão, criminalizar trechos religiosos ou até levar pessoas à prisão por comentários cotidianos. O relatório também apontou o uso do medo como estratégia para ampliar o alcance das mensagens nas redes sociais.



