Um levantamento recente aponta que a maioria dos serviços digitais ainda não realiza a verificação de idade no momento do cadastro. Em cerca de 8 a cada 10 plataformas, basta que o usuário informe a própria idade, sem a necessidade de comprovação.
Na prática, isso permite que crianças e adolescentes acessem facilmente ambientes que deveriam ter restrição etária. Em muitos casos, qualquer tipo de checagem só acontece depois, quando há denúncias ou suspeitas, o que torna o controle pouco eficiente.
O estudo também indica que poucas empresas adotam medidas mais rigorosas para impedir o acesso de menores. Entre as exceções estão serviços mais sensíveis, que exigem validação de dados já no cadastro, mas ainda são minoria.
Outro ponto destacado é que ferramentas de controle parental, quando existem, geralmente não vêm ativadas automaticamente. Isso exige que pais e responsáveis tomem a iniciativa de configurar a proteção.
Fonte: Agência Brasil



