O governo de Cuba afirmou que não irá se intimidar diante das recentes ameaças e medidas adotadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A resposta ocorre após o endurecimento da política americana, com novas sanções e declarações mais agressivas contra a ilha.
Autoridades cubanas classificaram as ações como medidas coercitivas e ilegais, além de criticarem o impacto direto sobre a população. Segundo o chanceler Bruno Rodríguez, as sanções representam uma forma de punição coletiva e violam princípios do direito internacional.
O governo também destacou que continuará defendendo sua soberania e seu modelo político, mesmo diante da pressão externa. A posição reforça o discurso histórico de resistência do país frente ao embargo e às ações dos Estados Unidos.
A tensão entre os dois países aumentou nas últimas semanas, com novas medidas econômicas e declarações de Washington sobre possíveis mudanças no regime cubano, o que intensificou o clima de confronto diplomático.



