A conta de energia elétrica deve ficar mais cara para milhões de brasileiros nos próximos meses, com reajustes já aprovados e outros ainda em análise. O impacto atinge consumidores atendidos por distribuidoras como CPFL Paulista, Neoenergia Coelba, Enel Rio e Copel, com aumentos previstos até junho.
Em algumas regiões, os reajustes podem superar a inflação e alcançar percentuais elevados, a depender da concessionária responsável. Ao todo, cerca de 35 milhões de unidades consumidoras devem ser afetadas, ampliando o peso da energia no orçamento familiar.
Além do impacto direto nas residências, a alta da tarifa também deve gerar reflexos na economia como um todo. Com custos mais altos de eletricidade, empresas tendem a repassar despesas, o que pode contribuir para o aumento de preços de produtos e serviços.



