O furto aconteceu no dia 28 de fevereiro, por volta das 12h, enquanto se deslocava de ônibus até a loja Merci, localizada na Avenida Dorival Caymmi, em Salvador.
De acordo com o relato, ao chegar ao estabelecimento para realizar a compra de garfos, o cliente percebeu que havia sido furtado. Imediatamente, ele entrou em contato com o banco para solicitar o bloqueio dos cartões de débito e crédito.
Apesar da rápida comunicação, foram identificadas cinco transações realizadas com o cartão de crédito no estabelecimento “MP Importados”, nos valores de R$ 199,95, R$ 199,96, R$ 199,97, R$ 199,98 e R$ 199,99, totalizando R$ 999,85.
O cliente afirma que registrou sete contestações junto ao banco, solicitando o estorno dos valores, mas teve todos os pedidos negados. Em resposta, a Caixa informou que as compras foram realizadas antes do bloqueio do cartão, que ocorreu às 12h18min51s do mesmo dia.
Segundo o banco, conforme cláusula contratual, transações efetuadas com uso do cartão e senha antes da comunicação oficial de perda ou roubo são de responsabilidade do cliente. A instituição reforçou ainda a orientação para que, em casos de furto ou perda, o bloqueio seja feito imediatamente por meio do aplicativo ou canais de atendimento.
O caso levanta questionamentos sobre a segurança nas transações e a responsabilidade em situações de uso indevido de cartões após furtos, especialmente quando há curto intervalo entre o crime e a comunicação ao banco.



