Diageo, Pernod Ricard e Bacardi, empresas por trás de algumas das bebidas alcoólicas mais consumidas do mundo, entram no debate após neurocirurgião alertar sobre efeitos rápidos do álcool no cérebro.
O especialista explica que os destilados favorecem picos mais intensos de álcool no sangue, aumentando riscos como perda de memória, alterações no julgamento, déficit de coordenação motora, acidentes e até quadros graves, como AVC hemorrágico e intoxicação alcoólica severa.
Mesmo bebidas consideradas “mais leves”, como cerveja e vinho, também carregam etanol e podem causar danos ao organismo. A Organização Mundial da Saúde reforça que nenhuma quantidade de álcool é totalmente segura para a saúde.
O alerta também vale para o consumo frequente. De acordo com o neurocirurgião, o uso contínuo de álcool pode provocar perda de volume cerebral, prejuízo cognitivo e aumento do risco de demência ao longo do tempo.



