O cantor Amado Batista e a montadora BYD estão entre os nomes incluídos na “lista suja” do trabalho escravo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A atualização também reúne outras empresas de diferentes setores responsabilizadas após a conclusão de processos administrativos.
No caso da BYD, investigações identificaram trabalhadores estrangeiros em condições irregulares durante obras em Camaçari, na Bahia. Parte deles foi resgatada em situação considerada análoga à escravidão, com jornadas exaustivas, condições degradantes e restrições de liberdade. Outras empresas incluídas na lista atuam nas áreas da construção civil, agropecuária e produção de carvão vegetal, com registros semelhantes de irregularidades trabalhistas.
Já Amado Batista foi incluído após fiscalizações em propriedades rurais, onde trabalhadores foram encontrados em condições precárias, com relatos de jornadas intensas e problemas nos alojamentos. Após as autuações, houve acordos para regularização das pendências trabalhistas.



