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Número de contratos de TV por assinatura cai 4,33% em 12 meses

Número de contratos de TV por assinatura cai 4,33% em 12 meses

O número de contratos de TV por assinatura apresentou uma diminuição de 4,33% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A agência registrou uma redução de 814,05 mil contratos nesse período. Foi o terceiro mês seguido em que foi registrado queda no número de contratos de TV por assinatura. Em abril, a queda foi 5,71% e em março, 4%.

 

No total, o país tem 17,97 milhões de contratos de TV por assinatura ativos em abril de 2018. Na comparação com o mês anterior, a redução foi de menos 0,05%, com um cancelamento de 8,83 mil contratos. De acordo com a Anatel, com exceção da Região Nordeste, onde houve crescimento, todos os outros estados apresentaram queda nos últimos 12 meses. Em números absolutos, São Paulo foi  o estado que registrou a maior redução, com uma diminuição de 433.114 contratos. Em seguida vem o Rio de Janeiro, que fechou 110.085 contratos. Minas vem em terceiro, com menos 53.579 contratos.

No Nordeste, o Rio Grande do Norte foi o estado que apresentou o maior crescimento, 18,33%, somando 44 mil novos contratos. Depois vem o Ceará com crescimento de 5,77% e 22,89 mil contratos e o Piauí, com 5,31% e 4,55 mil novos contratos ativos. 

Número de contratos

Entre os estados, São Paulo apresenta o maior número de contratos em operação, com 6,74 milhões, o que representa 37,53% do total de contratos ativos no país. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 13,52% de participação e 2,43 milhões de contratos. Minas Gerais é o terceiro, com 1,57 milhão de contratos ativos e 8,73% de participação.

A Claro detém a maior participação no mercado. A empresa registrou em abril 8,96 milhões de contratos, o que representa 49,85% do mercado e TV por assinatura. Em seguida vem a SKY com 29,32% de participação e 5,27 milhões de contratos. Em terceiro lugar vem a Vivo com 8,87% e 1,59 milhão de contratos. A Oi aparece em quarto lugar com 8,51% e 1,53 milhão de contratos.

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